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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Museu a céu aberto no Forte D. Pedro II com seus Canhões

A construção de um espaço de visitação no lugar, sinalização turística do monumento histórico e iluminação pública do local e retorno dos Canhões contemplam o Museu a céu aberto no Forte D. Pedro II. O Projeto é da atual gestão da SECULTUR e a execução são com recursos do Estado.

Os Canhões de tipologia inglesa possuem emblema de George II e foram instalados no Forte D. Pedro II, na sua construção. Foram retirados do lugar de origem, em 1900, para ir para frente onde hoje é o Centro Municipal de Cultura. Ficaram neste lugar até 1926, quando deu entrada ao Museu Júlio de Castilhos. A retirada desse lugar deu-se por dois motivos:

1. O então governador do Estado, Borges de Medeiros, era alinhado politicamente pelo Júlio de Castilhos e em sua homenagem cedeu ao Museu que recebia o seu nome: Museu Julio de Castilhos;

2. Os canhões ainda funcionavam e para que não caíssem em mãos erradas de inimigos ou partidários, revoltas e revoluções foram retirados deste lugar. Na época, tanto o Rio Grande do Sul como o centro da cidade de Caçapava do Sul eram palco grandes conflitos políticos, de elites e classes.

Para o historiador Juliano Torres Fraga, que também contribuiu para o Projeto, a volta dos Canhões para sua origem no Forte D. Pedro II, representa uma “Vitória histórica”. Veja abaixo imagens dos Canhões.


Texto: Lislair Leão Marques
Imagens: cedidas por Juliano Torres Fraga, editadas.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Casa Borges de Medeiros, Caçapava do Sul

Casa Borges de Medeiros, parte externa, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte externa, maio 2017.
Localiza-se na esquina das Ruas Sete de Setembro com a Borges de Medeiros, próximo a Igreja Matriz Nossa Senhora da Assunção.

Em 19 de novembro de 1863, nascia nesta casa Antonio Augusto Borges de Medeiros, que ocuparia mais tarde a presidência do Estado do Rio Grande do Sul. Foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado em 1991.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.

Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.
Casa Borges de Medeiros, parte interna, maio 2017.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Os Senhores da Guerra

O filme Os Senhores da Guerra é mais do que um filme sobre famílias divididas pela política, tema, aliás, bastante atual nos dias de hoje. Baseado na obra homônima de José Antonio Severo e com direção de Tabajara Ruas, o longa relembra a trajetória de Julio Rafael de Aragão Bozano (Rafael Cardoso), advogado eleito intendente de Santa Maria em outubro de 1924. Poucos dias após assumir o comando da cidade, ele precisou enfrentar as tropas do Exército Libertador. Os antigos maragatos vinham do Uruguai e haviam se aliado aos militares revoltosos com o governo nacional. Porém, ao enfrentar a violenta guerra civil como chimango aliado ao governo de Borges de Medeiros, o protagonista precisou lutar também contra o irmão Carlos Bozano (André Arteche), que vinha junto aos revolucionários que desejavam a implantação de um novo regime.

O filme teve locação em Caçapava do Sul e região e terá lançamento neste dia 15 de setembro, em Santa Maria. Direção: Tabajara Ruas; Com: Rafael Cardoso, André Arteche, Leonardo Machado, Marcos Breda e outros; Produção: Brasil, 2014, 124min, drama/guerra; Classificação: 14 anos.

Vale conferir!